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Sou Quase Tudo Aquilo Que Acredito.: Junho 2011

Os 1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer

No último sábado, uma agradável conversa sobre boa música acabou gerando para mim o empréstimo deste ótimo livro.
Mais que um livro, um apanhado de tudo que obteve destaque no cenário musical a partir dos anos 50.
Esta obra, como o próprio título já entrega, faz uma listagem (feita a partir de álbuns selecionados e comentados por 90 críticos
de renome internacional) dos trabalhos musicais que, segundos eles, você não pode deixar de ouvir.
É um ótimo guia, tanto para quem não conhece muito, mas quer se aprofundar sobre vários estilos, como também para pessoas interadas no assunto. Podendo acompanhar os comentários como um ponto de vista.
São quase 1000 páginas trazendo não só discos e excelentes fotos dos artistas, mas mais que isso, traçando a história da música mundial.

Foi uma grande surpresa encontrar nele álbuns de bandas como Anthrax, Slayer, Megadeth, Sepultura, Pantera, Iron Maiden... Que mostram que o metal tem sim, seu lugar no mainstream
e com qualidade incontestável para os fãs mais radicais.
Figuram no livro trabalhos que vão de Elvis, Frank Sinatra até Amy Winehouse.
Evidente que este livro não é uma obra perfeita e acabam aparecendo álbuns de gente totalmente descartável como Britney Spears e alguns artistas de R&B/rap que nada acrescentam. Mas é até perdoável, comparado com os grandes discos que recheiam o livro. Porém toda essa variedade musical acaba deixando a obra mais abrangente, possibilitando ao leitor fazer uma analogia entre os álbuns e assimilando o que é bom ou (nem tanto assim do que é realmente) ruim.

Falando em Rock, no livro aparecem discos de Lynyrd Skynyrd, ZZ Top, Led Zepellin, Pink Floyd, Black Sabbath, Deep Purple, Alice Cooper, The Who, Creedence, Jimi Hendrix, Cream e isso só para destacar alguns.
Temos também um bom apanhado dos lançamentos mais significativos do Blues, do Jazz, do Soul, Dance, e mais estilos, apesar de ser mesmo mais focado no Rock/Pop.
Deve-se destacar também a presença considerável de álbuns gravados por brasileiros como Caetano Veloso, Mutantes, João Gilberto, mostrando que a nossa (boa) música tem relevância lá fora.
Sem querer julgar o livro pela capa (literalmente), mas já julgando. A capa que traz o transgressor Sid Vicious podia bem trazer algum outro grande nome. A foto de capa
perfeita na verdade, seria a da contra capa, que traz Jimi Hendrix fumando um cigarrinho
e segurando um bolachão do Lenny Bruce.


Uma imagem mais detelhada da capa.

Enfim, não dá para resumir uma obra de mais de 960 páginas em poucas linhas.
Mas talvez essa opinião em particular instigue alguma pessoa a procurar pelo livro
e escutar esses 1001 discos.
Eu e o livro...


... E a capa que eu elegeria...

Espero que tenham gostado deste post. Cya.

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Pra ouvir e curtir: Houses of The Holy (Led Zeppelin)

E aqui vai mais um bolachão, o quinto álbum de estúdio do grande Led Zeppelin. "Houses of The Holy" é um album bastante diversificado,
trazendo influências do Blues, Funk e até do Raggae, como podemos ouvir na faixa D'yer Mak'er.

Foi o último disco da banda lançado em parceria com a Atlantic Records e eleito em 2003 pela Rolling Stone o 149° disco dos 500 maiores álbuns de todos os tempos. Conferir é sempre válido.
Vale lembrar também que duas apresentações da tour desse disco geraram o filme e o álbum ao vivo "The Song Remains The Same".




Faixas:
Lado 1"The Song Remains the Same"
"The Rain Song"
"Over the Hills and Far Away"
"The Crunge"

Lado 2
"Dancing Days"
"D'yer Mak'er"
"No Quarter"
"The Ocean"


Cya.

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Prepare a pipoca: O Hábito não faz o Monge (In God We Tru$t)

Mais um dos filmes que fizeram parte da minha tenra (e não tão distante assim)infância. É curioso, mas comparando com os filmes que hoje em dia povoam a Sessão da Tarde, no século passado as películas que invadiam nossas tardes eram bem mais aceitáveis. Cada época tem os filmes que merece. Mas não vamos generalizar. Tem muita gente ai que corre atrás e merece conhecer coisa boa. Na minha humilde opinião esse filme é uma delas. Talvez a maioria não conheça, mas é provavel que muita gente com no mínimo 20 anos possa ter visto esse longa figurando no vespertino "Cinema em Casa" do SBT.
In God We Trust, no português perfeitamente adequado com o título de O Hábito não
Faz o Monge
conta a história do monge Ambrose, que nunca havia saido do mosteiro, e se depara com o desafio de desbravar "a cidade grande" com a tarefa de arrecadar 5 mil dólares para salvar o monastério, com a ajuda de uma prostituta (irônico não?!)O filme acaba contendo uma crítica ácida contra as pessoas que usam o nome de Deus para obter lucros, mesmo sendo uma clássica comédia.
Marty Feldman vive o monge Ambrose e mesmo não sendo nada (eu disse nada mesmo)atraente (ao contrário, pobrezinho) consegue cativar o povo com seu jeito engraçado, tímido e atrapalhado.
Se você já viu, talvez valha a pena rever, nunca assistiu? Corra atrás e não deixe de conferir.
Abaixo o cartaz e um video no Youtube para os interessados.







Abraço a todos. Cya!

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Prepare a pipoca: O Príncipe das Sombras

Já tem um bom tempo que não posto nada sobre filmes, então resolvi retomar o tema depois de um certo hiato...
E para agradar em cheio as moçoilas, esse post tem foco num certo loiro que faz a alegria da mulherada ( e de muitos homens também)...
Que o Brad Pitt é um dos astros mais badalados
do cinema todo mundo sabe. Todo mundo sabe também que ele estrelou grandes filmes ao longo da carreira, como  Entrevista com o Vampiro,Tróia e Onze Homens e um segredo (11, 12, 13, etc..) dentre outros.
Este porém, muita gente mais jovem não deve conhecer.
Falo do filme Príncipe das Sombas (The Dark Side of the Sun)estrelado pelo marido de Angelina Jolie no ano de 1988.
Pude assisti-lo pela primeira vez há uns 12, 14 anos atrás e me encantei pela estória
e claro, pela beleza do ator principal que estava deslumbrantemente lindo.
Mas isso todo mundo já sabe. Então vamos para a sinopse...
Brad vive um jovem que é vitima de uma rara doença de pele que o impede de ter contato com raios de sol. Um curandeiro se diz capaz de curá-lo, mas apenas por três dias. Então ele decide vivê-los de forma intensa ao lado de uma jovem por quem se apaixona, mesmo tendo em mente que seu tempo está contado.
Quanto ao final, bom melhor eu não contar para não estragar a vontade de assistir...

Não sou muito chegada a filmes de romance, mas esse conseguiu chamar minha atenção.
Enfim, um belo filme, um belo ator. Vale a pena assistir. Abaixo segue um cartaz e um
trailer do longa para quem se interessar...






Pretendo postar mais artigos sobre cinema. Especialmente sobre filmes que marcaram a minha infância
e acredito que a de muita gente...
Grande abraço a todos. Cya!

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Pra ouvir e curtir: Made In Europe (Deep Purple)

A música é a respiração da alma, combustúvel pra mente.
E cá estou eu com uma boa dose de gasolina. Nada mais
nada menos que o álbum Made In Europe, de 1975.
Um disco clássico e obrigatório pra todo mundo que curte o bom e velho Rock N' Roll. Tão bom que tenho além do bolachão, a versão em CD.


Integrantes: 
David Coverdale (V)
Ritchie Blackmore (G)
Glenn Hughes (B/V)
Jon Lord (K)
Ian Paice (D)


Faixas:
1- Burn
2- Mistreated
3- Lady Double Dealer
4- You Fool No One
5- Stormbringer





É pra curtir do início ao fim. Cya

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Selinho

Olhem só o selinho que peguei hoje no Blog da Gisele Sanches. Obrigada Gisele!



O blog dela é um capricho. Recomendo que visitem-no pelo link: Fascínio Pelo Crochê
está recheado de posts sobre artesanato, crochê, etc.

Esse selinho está disponivel pros meus seguidores agora.
Grande abraço!

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Caminho de Mesa

Oi pessoal, andei um bom tempo sem dar as caras por aqui.
Depois desse tempo de ausência pretendo ir aos poucos me atualizando com os posts das pessoas que sigo.
Mas já há alguns dias vinha nutrindo a idéia de postar algo novo no blog
e cá está. É um trilho de mesa muito fofo. Super fácil de fazer e dá um resultado
bem bonito. Abaixo segue o gráfico e uma foto para ilustrar.


A peça ficou bem legal, o resultado ficou acima do que imaginei. Pela foto dá pra ter uma idéia. Mas claro que vendo a peça em sim é melhor...

Um grande abraço. Cya!

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